REVISTA MUNICIPAL (C.Municipal Torres Vedras)

As páginas centrais da Revista Torres Vedras N.38 Maio/Junho 2017, em "Prata da Casa",  foram dedicadas, através de um artigo não assinado, ao Artista plástico e Professor  António Valério, conhecido "em boa medida pelo painel de azulejos alusivo aos 75 anos do Carnaval de Torres"
O painel encontra-se no muro frontal do antigo Terminal Rodoviário encoberto pelos automóveis que ali estacionam., privando o visitante de o apreciar devidamente.
A inauguração foi em 6 de Março de 2000 e 17 anos não foram suficientes para que a situação tenha sido resolvida 

Mas não é só a "Prata da Casa" que aqui me traz:

Nas páginas 30/31, em "(re) descobrir", Marta Fortuna produz um belo texto louvando a beleza das Termas dos Cucos (há muitos anos inactivas) e o percurso da serra, o que  muito poderá contribuir para que o viajante ali se desloque para usufruir de tão apetecível lugar.

Acho oportuno deixar aqui o meu contributo para um outro conhecimento daquilo que foram as Termas 


  




Avenida General Humberto Delgado ( Parte 2/2 )

 

Então não é que em Vila Moura também há uma Avenida Humberto Delgado!
Não fazia a menor ideia. 
Mas há.
Situada como a nossa,  numa zona "que cresceu de uma forma regrada...tão ausente de outras zonas mais recentes perdidas na volúpia parasitária de loteamentos dispersos, desconexos, absolutamente autistas ao seu vizinho imediato, espartilhados e espartilhando territórios e hipóteses de urbanidade"

Sugiro a leitura do texto contido no link adiante      https://goo.gl/X2KSy8
 (páginas 5, 6, 7, 8 e 9) e constatar-se-á  que assim é. 

Ele há com cada coincidência!!!

Avenida Gen.Humberto Delgado ( Parte 1/2 )

PARA QUEM NÃO CONHEÇA 
( O texto é longo, mas valerá a pena lê-lo até ao fim )

Cliente. Câmara Municipal de Torres Vedras
Projeto. Requalificação Urbana da Avenida General Humberto Delgado e Rua Teresa de Jesus Pereira...
Ano. 2009-2011
Descrição. O objetivo inicial e central do projeto é, di-lo a própria designação geral do trabalho, o da Requalificação Urbana do “espaço” constituído pelas Avenida General Humberto Delgado e Rua Teresa de Jesus Pereira.
E (Re)Qualificação é a palavra certa, exaltando o sentido etimológico de “voltar a” qualificar, de qualificar “de novo”. É inequívoco que esta Avenida foi desde o seu início dotada de verdadeira qualidade e sentidos urbanos. E, em muitos aspetos, porventura os mais importantes e mais estruturantes, ainda o é. Não nos devemos deixar ofuscar pelas aparências do muito que de menos positivo hoje em dia nela é possível verificar.
Infraestrutura determinante e estruturante do atual espaço urbano de Torres Vedras, claramente bem pensada e bem gizada, chamou a si e organizou de forma “natural” muito do crescimento da cidade nas últimas décadas, que articuladamente e dialeticamente, mutuamente se qualificaram. A Avenida, espaço urbano, servindo de âncora e estrutura organizadora para o edificado; este dotando-a do seu verdadeiro sentido e ambição, na marginação das atividades urbanas que possibilita, e na dignidade que o alinhamento minimamente regrado e o porte significativo lhe conferem.
Com esta base, que não deixou com certeza de servir como exemplo esta parte da cidade cresceu de uma forma regrada e organizada, tão ausente de outras cidades, e mesmo noutras zonas mais recentes desta; perdidas na volúpia parasitária de loteamentos dispersos, desconexos, absolutamente autistas ao seu “vizinho” imediato, espartilhados e espartilhando territórios e hipóteses de urbanidade.
Urbana também inequivocamente, entre a adjetivação e substantivação, quer pela vontade de honrar e recuperar esse passado qualificado (devidamente adaptado às exigências e anseios da contemporaneidade); quer também, precisamente face a essa atualidade, elegendo como dois outros objetivos gerais dois temas centrais da atual construção (sentido lato) da(s) urbanidade(s): a Acessibilidade e Mobilidade para Todos e o Desenvolvimento Urbano Sustentável.
Dito este título de outra maneira, de que formas tornar operativos, concretizáveis no espaço, no terreno, na obra esses outros objetivos gerais, essa vontade de Requalificação Urbana, com ênfase na Acessibilidade e Mobilidade para Todos e no Desenvolvimento Urbano Sustentável.
Quanto à Acessibilidade e Mobilidade para Todos as medidas e ações específicas passam, no essencial por:
- Criação de um Percurso Acessível (sem concessões a qualquer obstáculo a qualquer cidadão, quaisquer que sejam as suas condições físicas e mentais);
- Marcação específica e contínua de meios auxiliares de deslocação para invisuais (associado ao Percurso Acessível, reforçando as condições deste como elemento indutor de uma mobilidade verdadeiramente universal e democrática no acesso à cidade e ao espaço urbano);
- Criação de um canal de infraestruturas e mobiliário urbano (libertando o espaço urbano dos obstáculos que se geralmente nele se acumulam, articula-se com o Percurso Acessível, na efetivação da sua operacionalidade);
- Rigoroso e detalhado controlo das cotas de Projeto e Obra (garantido na maior extensão possível a eliminação de barreiras ao acesso ao comércio e equipamentos, entendendo estes como natural extensão do espaço público).
 
Em termos de Desenvolvimento Urbano Sustentável as medidas concretas a implementar são, entre outras:
- Aumento da área permeável (estacionamento sobre grelha de enrelvamento e caldeira contínua);
- Recolha das águas pluviais (no cruzamento das duas anteriores medidas e ligado a cisterna de depuração, permitir-se-á o aproveitamento para regas e/ou lavagens de ruas);
- Escolha rigorosa e correta do coberto arbóreo e herbáceo a instalar (sentido biológico, sensorial e ambiental);
- Reforço de arborização (aumento significativo da presença do verde em espaço urbano, com os consequentes benefícios ambientais e sociais);
- Gestão de iluminação (nomeadamente ao nível do desenho urbano - implantação e correção dos níveis de iluminação, e redução de consumos);
- Criação de um canal subterrâneo de infraestruturas (evitando gastos, poluição e resíduos sólidos em reparações ou instalações futuras de infraestruturas);
- Estudo de pontos de recarga de baterias de automóveis elétricos (permitindo a implementação de redes públicas e/ou privadas de Zero Emission Vehicles);
- Devolução da cidade ao peão (face à significativa melhoria das condições de acessibilidade e mobilidade e a qualidade do desenho do espaço urbano e das condições de usufruto e permanência no espaço exterior).


Planta de implantação
- [ ] 

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Parque Verde de Torres Torres Vedras

« em: Hoje às 19:29:43 »
O Parque Verde da Várzea tem novas instalações sanitárias que, como as outras se situam no Ex Restaurante Saborear, agora chamado Roots.

A Câmara continua a não reconhecer a necessidade de dotar o Parque de instalações próprias
As actuais são exíguas, os deficientes não tem o seu espaço próprio, o mesmo acontecendo com as crianças por falta de fraldário.

Junto três fotografias recentes, uma delas, obviamente, montagem e as outras mostrando obra de coleccionador!


.  https://goo.gl/Zh68U4
       
   https://goo.gl/y4gTgD
   
    https://goo.gl/B688nu

O LARGO DE S.PEDRO (Torres Vedras)

O Largo de S.Pedro levou uma limpeza geral . Foram-se os separadores (teriam sido vendidos à Câmara de Mafra?), foram-se os vasos e  está agora como sempre deveria ter estado.
Falta agora retirar os pilaretes da "Primeiro de Dezembro" e fazer seguir o trânsito para a rua Cândido Reis (proibindo-o para a rua  Mouzinho de Albuquerque) e transformar a Rua Ten. Valadim, até a rua Gabriel Pereira, em zona pedonal como o previsto.
Tanto tempo perdido  e dinheiro mal gasto!!!

CARNAVAL DE TORRES VEDRAS, O MAIS PORTUGUÊS.

Os torrienses andam tristes. O "Carnaval de Torres Vedras, o mais português de Portugal" chegou ao fim. Há que esperar agora calmamente pelo Carnaval do ano de 2018 e seguintes, até ao de 2020,  com datas anunciadas em publicação que corre nas redes sociais.
Mas como há mais vida para além do "Carnaval de Torres Vedras, o mais português" deixo AQUI (*) uma relação daquilo que, entre Carnavais, poderá merecer a atenção e empenho por parte da população torriense, para que a cidade sofra as indispensáveis benfeitorias, em termos de Mobilidade,  área que a Câmara Municipal muito preza e, curiosamente, despreza.
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(*) Não só os assuntos da Mobilidade são referidos.

A "NOVA CICLOVIA DAS ESCOLAS" E A CICLOVIA DO PORTO NOVO


Numa cidade onde ninguém prescinde do automóvel para se deslocar, só os sucessivos responsáveis camarários estão convencidos que a Bicicleta é a alternativa. Dizem-no, escrevem-no e publicitam-no em sites.
A experiência de cinco anos não lhes bastou para  acabar com esta aberrante obra a que chamaram "Ciclovia das Escolas". 

Nada a fazer. 
Passamo, por isso, a ter a nova "Ciclovia das Escolas versão II",  com o acrescento da Rua António Augusto Cabral.  
Como o troço da Rua Venerando de Matos parece ter ido à vida depois de nascer morto, há que esperar a mudança de nome desta requalificado obra. "Ciclovia das 3 Escolas e da rotunda dos Cavalos" não me parece má escolha.
Os traçados no passeio Poente da Praça Sá-Carneiro e nos outros dois da Rua Henriques Nogueira, pela contribuição que têm dado à diminuição do fluxo de trânsito naquelas artérias, deverão manter-se, não esquecendo, contudo, a fundamental recolocação das moedas que foram desaparecendo para mãos  de coleccionadores . Na falta deste adereço, deverá ser feita a separação das duas vias, como exigem os sinais nelas colocados (cujo significado a C.M desconhece) isto é, através de um traço continuo, o qual virá substituir o das moedas intermitentes. Poderá surgir aqui o problema de o Código da Estrada proibir a circulação de bicicletas nos passeios, mas esta questão poderá ser ultrapassada com uma exposição ao Secretário de Estado das Autarquias e tudo se resolverá.

As condições de segurança de ciclistas não foram esquecidas:
Delimitar zonas de circulação desta denominada ciclovia, com marcações a tracejado veio dar ao ciclista a possibilidade de escolha, facto que obrigará à redobrada atenção  do automobilista e isso é bom. Problema idêntico surge na rua António Augusto Cabral mas aqui serão os condutores dos carros estacionados que passarão a ter cuidado nas saídas não vá surgir um ciclista a impedi-lo.

É de esperar, agora, que a "Ciclovia do Barro" e a "Ecopista do Sizandro" venham a sofrer as respectivas "requalificações"!

E ainda há as cinco prometidas, apadrinhadas, propagandeadas e silenciadas!

E a do Porto Novo, que já começou a sofrer transformações...
Passei por lá esta semana e deixo fotos:
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https://s25.postimg.org/6ypg7blzz/image.jpg

https://s25.postimg.org/5d0zo0x0f/image.jpg.         


  https://s25.postimg.org/q4q8red5r/image.jpg.                

  
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https://s25.postimg.org/d4hpml15r/image.jpg.              

https://s25.postimg.org/6p275xl7j/image.jpg.                


https://s25.postimg.org/trsq53mov/image.jpg.               


É tudo.


Cumprimentos

RECORDANDO

Retirei o seguinte texto do Fórum do Site da CMTV onde foi por mim publicado em 16Jan2015

"... Quem não gostaria de viver numa cidade com ar puro e pouco ruído? Um lugar livre de trânsito, onde movimentar-se pela cidade fosse fácil e onde os cidadãos pudessem desfrutar de uma elevada qualidade de vida? Uma cidade da qual se orgulhasse por ser conhecida em toda a Europa como uma cidade preocupada e ativa na proteção do ambiente de forma inovadora e prospetiva? Com algum pensamento estratégico é possível tornar esta visão uma realidade.
Torres Vedras participa nesta iniciativa europeia desde 2004"
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(*) Do Programa da Semana Europeia da Mobilidade de 2012

Os dois links abaixo referem-se a  duas realizações da Câmara Municipal de Torres Vedras, solenemente inauguradas em 8 de Junho de 2008 e 10 de Junho de 2009.
       
     Ciclovias do Barro    

     Ecopista do Sizandro     

As seguintes composições fotográficas são um exemplo (entre outros) do que aconteceu ao longo dos anos, fruto da manifesta ausência de qualquer "pensamento estratégico":

Ciclovia do Barro:


Foto 1.      Foto 2.      Foto 3.       Foto 4.      Foto 5. 

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Ecopista do Sizandro

Fotografia 1.      Fotografia 2      Fotografia 3.      Fotografia 4.      Fotografia 5.    

O QUE É PRECISO É NÃO METER ÁGUA !


À semelhança do que sucede na praça de S. Marcos em Veneza (foto acima), bem poderia a Câmara Municipal de Torres Vedras dotar de estrados a praça Alberto Avelino, (*) para permitir o acesso dos visitantes ao Parque e ao Atelier dos Brinquedos, nos dias em que chove ou em que choveu horas antes.
E não é necessária muita chuva.

Sugiro mesmo que esta praça passe a chamar-se praça S.Gonçalo de Lagos, o que implicaria a transladação da escultura que está no rotunda do Choupal, a qual passaria a ter o nome que sempre teve.
A meritória figura torriense, Dr Alberto Avelino, podeia ser perpetuada na praça frontal do Mercado Municipal que assim deixaria de ser a praça do garrafão.
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(*) Poderiam ser aproveitados os da praia de Sta Cruz.

AINDA O NOVO PARQUE DO CHOUPAL

Domingo de sol. 
Como era de esperar, o parque de estacionamento  estava cheio 
e as pessoas aguardavam que os empregados do restaurante lhes destinassem a mesa.
Era de inveja o semblante do solitário parque vizinho.

O NOVO PARQUE DO CHOUPAL


Gosto deste Parque:

- Porque se pode passear
- Porque se pode usufruir de uma vasta área relvada
-Porque se pode ler sentada/o na relva ou  encostada/o a uma árvore
- Porque se podem levar os filhos ou netos a brincar no parque infantil ou na relva
- Porque tem dois restaurantes de qualidade onde se pode beber um café ou tomar uma refeição
- Porque tem uma das mais bonitas esplanadas da cidade
-Porque tem um Centro de  Documentação Ambiental.
- Porque tem um pequeno anfiteatro para a actividades culturais
- Porque tem um Circuito de Manutenção
- Porque tem uma pista de skate
 - Porque tem um recinto desportivo
 - Porque...

Em Serpa ("O que e feito dela")



Para que todos os meus Amigos se possam deliciar, se não com as fotos, com a bela Música.

Mobilidades...


São uns lerdos os automobilistas desta terra.  Precisam de amarelos no chão para lhes encher o olho, que os “verticais” não bastam. Chega-se ao ponto de amarelar os locais das habituais segundas filas! (*)
Os ingénuos responsáveis da C.M. convencem-se do sucesso, mas o pessoal está-se nas tintas pra elas e instala-se, qual  “Rei e Senhor”.
Até o “trânsito proibido” necessita de duplicado na rampa da Madeira Torres. Espantoso!
Pessoalmente, prescindo de tão redundantes, desnecessárias  e folclóricas iniciativas.
Atenção redobrada para problemas do automóvel,  em prejuízo da resolução de situações de peões, como sejam, a pintura de passadeiras e respectiva sinalização e pintura das vias de circulação de duplo sentido de trânsito.
 Para quem não se cansa de apregoar a Mobilidade, não está mal!!
P.S. A entrada para o parque pago junto à Escola Madeira Torres, está agora sinalizada.  Mal, como de costume, o que não surpreende.  Surpresa seria se assim não fosse.



(*) Falta pintar o  local de C&D no passeio da rua João L. Moura,  junto à Igreja  de S.Pedro

"Ecopista do Sizandro" na Rede Nacional de ECOVIAS 1

    O jornal Badaladas de 7 de Agosto  noticia e o site da C.M. também o refere. que a "Ecopista do Sizandro" acaba de ser integrada na Rede Nacional de Ecovias 1.

Ocorre -me uma proposta:

Como se trata de um acontecimento ímpar neste país (e não só) , poderia a CM comemorá-lo, oferecendo uma viagem de "Agostinhas"  a todos os Presidentes de Câmara da Região Oeste, permitindo-lhes apreciar algumas "pérolas da paisagem do concelho".  
No termo da viagem, na Foz do Sizandro, seria servido um "Lanche Pôr-do-Sol" aos convidados.

A concentração seria na Expotorres junto ao placard da "Ecopista", (*) onde os visitantes se inteiravam do percurso e se faria a distribuição das "Agostinhas".

Atendendo ao esforço que certamente afectaria os participantes,  o percurso em Agostinhas terminaria no fim do troço alcatroado na estrada para o Varatojo. 
Aí se faria o transbordo para um Minibus que, entretanto, os aguardava com destino à primeira  zona de descanso junto a uma pequena ponte só acessível a bicicletas e peões.
Por esta razão a C,M. disponibilizaria um segundo Minibus que aguardaria os convivas do outro lado da ponte, para os conduzir até à Foz.

O regresso far-se-ia  até à área de descanso junto à Petro Vedras e daí, pela A9, com destino à Expotorres 

Também me ocorre um Silogismo atamancado:

" Uma ecopista é um percurso “verde” destinado a tráfego não motorizado, que permite a prática de actividade física aliada à fruição de paisagens naturais" (**)

Na "Ecopista do Sizandro" podem circular todo o tipo de veículos.

"Um embuste é uma tentativa de enganar um grupo de pessoas, fazendo-as acreditar que algo falso é real" (Wikipédia)

A "Ecopista do Sizandro"   é um embuste.

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        (*)   http://i.imgur.com/9ZS17A3.jpg.     

        (**)   http://goo.gl/r9W1iN     
                       

Barreiras/"Muda que muda"


A Câmara Municipal de Torrés Vedras  não é parca em palavras de auto elogio de todas as realizações que respeitem ao problema da Mobilidade.  Uma questão óbvia  de provincianismo.
Foi assim com o Vai-Vem ( que agonizou face à incompetência em o revitalizar), com a Ciclovia do Barro (em agonia), com a Ecopista do Sizandro (utilizada por todo o tipo de veículos), com a Ciclovia das Escolas (uma aberração), e com as "Agostinhas" (entretanto. fóra de serviço) que mais não têm servido senão para recreio de fim de semana.
Cuidar de garantir condições de segurança para as pessoas que se deslocam pela cidade não é coisa que a preocupe.
O video que junto é uma  pequena amostragem da situação 

Nota: Segundo estudo de caracterização dos municipios com pessoas portadoras de deficiência visual,  organizado pela Divisão Social da C.M.T.Vedras, existem no concelho 68 cidadãos com deficiência visual grave e 38 com incapacidade visual igual ou superior a 30%



http://goo.gl/sqo50O

Em Mafra