Em Serpa ("O que e feito dela")



Para que todos os meus Amigos se possam deliciar, se não com as fotos, com a bela Música.

Mobilidades...


São uns lerdos os automobilistas desta terra.  Precisam de amarelos no chão para lhes encher o olho, que os “verticais” não bastam. Chega-se ao ponto de amarelar os locais das habituais segundas filas! (*)
Os ingénuos responsáveis da C.M. convencem-se do sucesso, mas o pessoal está-se nas tintas pra elas e instala-se, qual  “Rei e Senhor”.
Até o “trânsito proibido” necessita de duplicado na rampa da Madeira Torres. Espantoso!
Pessoalmente, prescindo de tão redundantes, desnecessárias  e folclóricas iniciativas.
Atenção redobrada para problemas do automóvel,  em prejuízo da resolução de situações de peões, como sejam, a pintura de passadeiras e respectiva sinalização e pintura das vias de circulação de duplo sentido de trânsito.
 Para quem não se cansa de apregoar a Mobilidade, não está mal!!
P.S. A entrada para o parque pago junto à Escola Madeira Torres, está agora sinalizada.  Mal, como de costume, o que não surpreende.  Surpresa seria se assim não fosse.



(*) Falta pintar o  local de C&D no passeio da rua João L. Moura,  junto à Igreja  de S.Pedro

"Ecopista do Sizandro" na Rede Nacional de ECOVIAS 1

    O jornal Badaladas de 7 de Agosto  noticia e o site da C.M. também o refere. que a "Ecopista do Sizandro" acaba de ser integrada na Rede Nacional de Ecovias 1.

Ocorre -me uma proposta:

Como se trata de um acontecimento ímpar neste país (e não só) , poderia a CM comemorá-lo, oferecendo uma viagem de "Agostinhas"  a todos os Presidentes de Câmara da Região Oeste, permitindo-lhes apreciar algumas "pérolas da paisagem do concelho".  
No termo da viagem, na Foz do Sizandro, seria servido um "Lanche Pôr-do-Sol" aos convidados.

A concentração seria na Expotorres junto ao placard da "Ecopista", (*) onde os visitantes se inteiravam do percurso e se faria a distribuição das "Agostinhas".

Atendendo ao esforço que certamente afectaria os participantes,  o percurso em Agostinhas terminaria no fim do troço alcatroado na estrada para o Varatojo. 
Aí se faria o transbordo para um Minibus que, entretanto, os aguardava com destino à primeira  zona de descanso junto a uma pequena ponte só acessível a bicicletas e peões.
Por esta razão a C,M. disponibilizaria um segundo Minibus que aguardaria os convivas do outro lado da ponte, para os conduzir até à Foz.

O regresso far-se-ia  até à área de descanso junto à Petro Vedras e daí, pela A9, com destino à Expotorres 

Também me ocorre um Silogismo atamancado:

" Uma ecopista é um percurso “verde” destinado a tráfego não motorizado, que permite a prática de actividade física aliada à fruição de paisagens naturais" (**)

Na "Ecopista do Sizandro" podem circular todo o tipo de veículos.

"Um embuste é uma tentativa de enganar um grupo de pessoas, fazendo-as acreditar que algo falso é real" (Wikipédia)

A "Ecopista do Sizandro"   é um embuste.

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        (*)   http://i.imgur.com/9ZS17A3.jpg.     

        (**)   http://goo.gl/r9W1iN     
                       

Barreiras/"Muda que muda"


A Câmara Municipal de Torrés Vedras  não é parca em palavras de auto elogio de todas as realizações que respeitem ao problema da Mobilidade.  Uma questão óbvia  de provincianismo.
Foi assim com o Vai-Vem ( que agonizou face à incompetência em o revitalizar), com a Ciclovia do Barro (em agonia), com a Ecopista do Sizandro (utilizada por todo o tipo de veículos), com a Ciclovia das Escolas (uma aberração), e com as "Agostinhas" (entretanto. fóra de serviço) que mais não têm servido senão para recreio de fim de semana.
Cuidar de garantir condições de segurança para as pessoas que se deslocam pela cidade não é coisa que a preocupe.
O video que junto é uma  pequena amostragem da situação 

Nota: Segundo estudo de caracterização dos municipios com pessoas portadoras de deficiência visual,  organizado pela Divisão Social da C.M.T.Vedras, existem no concelho 68 cidadãos com deficiência visual grave e 38 com incapacidade visual igual ou superior a 30%



http://goo.gl/sqo50O

Em Mafra 


O "TOUR"

A "Mobilidade", ou antes, A "Mobilidade sustentável " é uma das bandeiras que a Câmara Municipal de Torrés Vedras exibe orgulhosamente à população. Já em 2008 se dizia ser o "Ano da Mobilidade"!!!
Compraram-se bicicletas para recreio de fim de semana e alargou-se o estacionamento para a periferia da cidade em zonas essencialmente residenciais. 
E goza-se com isto.
Eu cá, também 

Esclarecimento necessário:
É importante ter algum  conhecimento dos nomes das ruas que refiro:


 Resolvi há dias percorrer o Centro Histórico com um amigo que não o conhecia.
Marcámos o encontro num domingo, numa conhecida cervejaria perto da Igreja de S.Pedro, onde almoçámos. 
Iniciámos a nossa caminhada pela Rua França Borges que nos levou até à Praça da República onde, por momentos, apreciámos a tranquilidade que aquele bonito espaço oferece.
Hesitei no percurso que, a partir dali, devia utilizar. Entre a Rua 9 de Abril, Serpa Pinto e  Paiva de Andrade, decidi-me por esta, que foi de automóveis e floreiras e que serve agora para passear.  Entrámos,  a meio caminho,  na Rua José Eduardo Cesar ou Rua das Tias (já vai havendo poucas), contornámos a casa de família do nosso querido Cardeal Patriarca pela " Praça da Batata" e seguimos para a conhecida Rua Serpa Pinto, que descemos até à Gago Coutinho. Com a Praça do Município ali à mão, foi essa a minha escolha, não apenas para o meu amigo apreciar a beleza arquitectónica do local, com o fragmento de fuste torso de pelourinho ali colocado, como também porque me propus percorrer o moderno e bonito "corredor pedonal" até ao Largo de Sto António. Atravessámos, assim,  a Rua Gago Coutinho com destino à Praça que muitos elogios mereceu do meu amigo. 
Entrámos na Travessa Luis Cardoso, prosseguimos pela Rua da Cruz, parámos por momentos na Cooperativa de Comunicação e Cultura ( pena estar fechada por ser domingo), continuámos pela Rua Elias Garcia até ao Largo de Sto António, o mais bonito da cidade, isto eu  disse ao meu amigo.
Já era tempo da pausa, que fizemos, aproveitada para admirar o local. Baterias carregadas, continuámos a caminhada.
Com calma e lentamente, que a subida era íngreme, alcançámos a Rua de Sto António, avançamos até às imediações do Castelo, e, depois de uma breve pausa para entregar uma prenda de anos a um amigo que habita na zona, descemos a Rua Luiz Boto Pimentel, virámos para a direita, ao fundo, para a Rua de Traz do Açougue, Rua da Cruz a seguir (onde já havíamos estado) e mais à frente para a Rua do Cavaleiro das Esporas Douradas que descemos até à Rua da Horta Nova.

Com um bar perto, entrámos para uma já apetecida bebida. Foi quando o meu amigo me perguntou se não me importava de voltarmos ao Castelo para o visitar. Claro que não me importei. Como o melhor caminho seria pelas Ruas da Cruz e Elias Garcia (onde já estivéramos) para elas nos dirigimos através da Rua dos Celeiros de Sta Maria. Virámos à esquerda para a Rua da Cruz, que o Largo era logo ali. Aproveitámos para mais uma olhada e seguimos na direcção do Castelo.
A visita foi longa e muito apreciada pelo meu amigo. 
Regressámos, descendo de novo a Rua Luiz Boto Pimentel, mas agora na direcção do Largo do Grilo ( há ali uma escultura que mal se vê), Rua  Mouzinho de Albuquerque depois em frente pela Rua Cândido Reis, Largo Infante D.Henrique, com a mais monumental fonte gótica nacional, de seu nome Chafariz dos Canos que o meu amigo adorou. Prosseguimos o nosso passeio pela rotunda do Viaduto dos Comboios , uma "xaropada" disse o meu amigo.  Achei graça ao comentário, por isso o menciono. Entrámos, a seguir, na Rua Ten.Cor. João Luis de Moura, a do Mercado, do qual a cidade se orgulha, e do Garrafão da Joana de Vasconcelos, de que uns gostam e outros não.
Como se fizesse tarde não tivemos tempo para apreciar a bonita igreja de S. Pedro no Largo do mesmo nome. Atravessei o Largo com a requerida prudência para não atropelar um peão desprevenido e prossegui com destino ao Parque de Santiago onde estacionei o carro.

E foi assim que acabou o "tour" que proporcionei ao meu amigo e que muito lhe agradou.
Acompanhei-o até ao seu automóvel que ali deixara.
Disse-me, no longo abraço do momento, que ficou surpreendido com a forma como a Autarquia propicia visitas desta natureza às pessoas com problemas de mobilidade e eu lhe respondi que " Torres Vedras é uma cidade inteligente...um município cada vez mais inteligente", que tem mesmo um "Selo" a comprová-lo. 
Pelo olhar pareceu-me não ter percebido.

Nota: Nada disto aconteceu mas poderia ter acontecido.


O LARGO FANTASMA

Toda a gente fala do Largo de S.Pedro mas o que é certo é que  o mesmo não está identificado, não existe uma placa que diga "Largo de S.Pedro. Desta feita a Autarquia chegou à conclusão que o mesmo não existe, sempre foi um espaço de atravessamento de ruas, embora os torrienses o conheçam como Largo de S.Pedro"
Presidente da Câmara ( Badaladas de 19 de Junho de 2015)


Quer dizer " O espaço de atravessamento de ruas " vai mudar de nome, passando a chamar-se "Largo de S. Pedro" com direito a placa  e a Estátua.
Espera-se agora que o " O espaço de atravessamento de ruas " deixe de existir porque não faz sentido que o Largo passe a ter dois nomes.

PPP


PINTORES E PINTURAS  PARA TORRES

A Câmara Municipal de Torres Vedras entende que ao cidadão auto-mobilizado não basta a sinalizacão vertical que o proíba de parar e estacionar.  Vai daí pinta os locais de amarelo convencida do êxito da redundância. 
Os cidadãos respondem. 
Falta agora pintar os passeios!



  



Dia Mundial da Poesia


21 de Março 
Antonio Reis


Sei
ao chegar a casa
qual de nós
voltou primeiro do emprego

Tu
se o ar é fresco

eu
se deixo de respirar
subitamente